quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

COM VOCÊ não foi PAIXÃO, COM VOCÊ foi AMOR !

Eu não sabia o quer era amar, até o dia em que te conheci. Foi algo meio, amor à primeira vista. Eu ali te esperando e sem te conhecer e você chegando, já me conhecendo. Eu tinha vinte. Você dezessete. Eu não tinha experiência e tinha medo. Você tinha a experiência e não tinha medo. Idade não significa maturidade. Naquele primeiro instante nossos lábios ficaram longe, tínhamos medo de seguir em frente, o que todo mundo poderia pensar? Dane-se o mundo! Houve o primeiro beijo, foi em uma brincadeira de beijo e abraço e aperto de mão. Foi assim que tinha certeza que aquela paixão se transformou em amor. Começamos a namorar. Você e eu. Eu e você. Nós dois. Os dois sempre muito intensos. Existia um medo de um perder o outro constante, por isso a primeira briga. Em vez de ficarmos presos no presente, vivíamos pelo passado. O meu. O seu. O nosso. Você me instigava a ter ciúmes. Eu te causava ciúmes. Éramos lindos. Parecíamos duas crianças. Brincávamos. Sujávamos-nos. Éramos felizes. Veio a primeira separação. Eu passando por um momento de transição e aceitação de um sentimento que crescia toda vez que te via. Qualquer momento nunca era suficiente ao seu lado. Por isso eu tentei rever o meu erro e te pedi perdão. Você me aceitou de volta. Era chuva, era sol e lá estávamos nós, juntos. Abraçados. Nos beijando. Nossos corpos se uniam em uma perfeita sintonia que ninguém entenderia, mas nós, nós nos entendíamos. Eu te amei. Você me amou. Nos amávamos. Você me deixou. Minha cabeça naquele momento tinha que falar com a razão, problemas em casa, na família, me impossibilitava te procurar, te buscar e te questionar. Porém quando tudo ficou resolvido veio a dor, uma dor insuportável, dor que nunca havia sentido, acho que nem o corte e sangrou tanto doeu tanto quanto a sua ida. Nada do que eu fazia poderia tirar você da minha cabeça. Nada tirou. Não era amor, era algo que nunca soube explicar pra ninguém. Evitei por muito tempo falar o seu nome, tentar lembrar o seu cheiro ou de como você se deitava no meu colo, mas havia detalhes que pareciam tatuagens em meu corpo. Todos os lábios que eu beijei, todas as pessoas com quem estive nuca foram o suficiente para ser semelhante a você. Acho que nunca vou achar qualquer detalhe semelhante a ti. Nem que eu mude de cidade, de país eu irei te esquecer, com você não foi paixão, com você foi amor 

Evoé !

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CRÔNICA: Toda Cinderela que se prese chega antes da meia noite...

Quando te conheci, você não era ninguém. Ou até era, mas não pra mim. Você me olhou, me analisou e pediu para ver os meus óculos. Eu, no auge de uma ressaca e dor de cabeça não fui nenhum pouco simpático. Não sei ser simpático. Quando eu saí de perto de você, pensei até “vale a pena”. Meu foco era outro. Aliás, meu foco nunca é o que eu imagino que possa ser. Confuso. Passado algumas horas uma mensagem. A mensagem. Até aí quem era você no meio de uma multidão, simplesmente mais um. Mais um mesmo! Sabe aquele “um” que faz a diferença na contagem de uma pontuação para ganhar um prêmio? Sim exatamente esse. No dia seguinte eu já te conhecia, ou foi o que parecia. Como se anos tivessem nos unido, depois nos separados e fosse um reencontro de almas. Não sei se alma gêmea, mas pode ser. Qualquer opção sempre é válida. Muito! Te olhei, você me olhou. Mas foi a mensagem do celular que deu a palavra final, que na verdade foi um ato e não uma palavra, o beijo. Assim nossos lábios se encontraram de uma forma incondicionalmente incompreensível aos olhos dos leigos, aqueles que não entendem o que é paixão. E ali foi, paixão ao primeiro beijo. Suspiro. Fiquei tremulo. Você também e eu percebi muito isso. Aos meus ouvidos eram como se cordas de um violão tocassem fazendo a trilha daquele momento.  Assim a noite se estendeu. Carinhos, afagos e cafunés. Toda Cinderela que se prese precisa voltar pra casa antes da meia noite. Acabou! Quem disse que eu dormi, foi impossível. Veio um sonho, que foi algo que ficou na minha cabeça com um pedido de “quero mais”! No dia seguinte os planos eram outros, mas todo plano pode ter um “plano B” e foi assim que novamente nossos lábios se encontraram. De uma forma mais agressiva talvez. Intensa. Aí já havia sentimento. Por isso até certa delicadeza e fala mansa tomou conta do ambiente. Já deixou de ser ‘simplesmente um’ e virou uma paixão comunal, sem freios ou barreiras.  Era tarde demais. Alguma semente já havia sido plantada e crescia de forma descontrolada sem ao menos ser adubada ou regada. Nem tudo podemos prever. Houve planos! Sim, aí é sempre a pior parte. Ou não. Na verdade não existe pior, ou melhor, e sim momento. Presente. Toda Cinderela que se prese precisa estar em casa antes da meia noite. Acabou. Em corpo. Mensagens de celular nunca param, manda-se e recebem-se vinte e quatro horas. No dia seguinte não houve bis. Houve certa calma, com apreensão, ansiedade talvez. Um desejo incontrolável. Ligeiro esse desejo. Quero mais... Quero mais... Era quinta. O desejo de uma quarta passiva havia se acumulado e fato que o desejo da quinta havia sido aumentando, por isso até o encontro foi feito mais cedo. Pra superar.  Foi uma tarde quase que perfeita. Poderia ter sido melhor se o sentimento tivesse sido contido e não exposto. Susto! Medo! Desafios! Novo! De maneira nada simplória acabou. Na esquina do posto e com chuva alguém desce do carro. Alguém diz: estraguei tudo? O outro responde: Não, só não foi como o previsto. Existe previsão no amor? Se até a previsão do tempo erra, porque do amor não erraria? Passado um ano de tudo isso, ambos, os dois, jamais se viram. Mas o amor existe em pelo menos um deles. Se a história um dia vai terminar, cabe a Deus dizer ou definir esse desfecho. O sentimento existe, acho que nunca deixou de existir. Mas até aí vai vivendo sem que ele atrapalhe o caminho.
"O chocolate do napolitano, do que ele sozinho."
"Sim, o RoqueClub é de Detonautas."
"Temos algo em comum, amamos demais."
"Os legumes estão queimando. Não tem problema, prefiro o seu beijo."
"Eu sempre choro nesse trecho do filme, ele significa muito pra mim."
"Atrás do filho vem o pai, o avô..."

Evoé !

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pequenos fragmentos...

"Quando o amor é verdadeiro, pode passar várias pessoas, várias paixões, situações, músicas e anos, mas ele sempre vai existir lá, guardado que seja."

"Queria ouvir a sua voz.
Queria sentir seu cheiro.
Deitar no seu colo e só te olhar. Brincar e ser feliz. Cuidar de vc. Te abraçar. Beijar."


"Saudade de você. Saudade de mim. Saudade da gente. Da praça. Do escuro. Do claro. Das brigas. Das alegrias. Dos bons momentos e até dos ruíns, eles nos fizeram melhores. Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos."

Autoria: CAIO INSABRALD

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil ! Eu tô fora dos dois !

Brasília está longe de ser uma cidade de divertimento e lazer, até mesmo pelo enorme descaso do governo com a população em relação ao transporte público, porém a população não deixa que isso tire a educação e o ato de acolher que eles têm. Nunca havia pisado em solo do Centro-oeste, até mesmo por achar que não se tem muita coisa pra visitar por esses lados, mas o Brasil é grande e qualquer forma de exploração e conhecimento sempre é bem-vinda. Estive em Brasília a para uma humilde e talvez loucura de virada de ano. Quem sai de São Paulo tendo a possibilidade de ir pra Salvador ou Rio de Janeiro e embarca para a cede do governo federal em são consciência? Eu! Gosto e sempre gostei desse tipo de desafio, o que vale é o aprendizado que vou tirar disso tudo. Digo que a minha repulsa sobre política só aumentou, “Que País É Esse?’ já dizia Renato Russo.  O que essa cidade planejada? Um lixo? Pode ser. Como disse, o que salva a cidade são as pessoas, mas o ar é carregado por uma energia estranha que chegou a causa um crise asmática em mim. Um espaço reto, sem planaltos e sem oscilações. O me deixou meio confuso, foi ver, digo ver pois estive em carne e osso lá, por isso que vos falo, como uma cidade com cinquenta e três anos está tão mal desenvolvida! Prova disso é o metrô não funcionar em alguns dias ou demorar certa de meia hora pra passar, não só isso mas o transporte escasso e caro, falta de opção e ruas imundas. Oi? Brasília. Governo! Deputados! Presidência. Onde estamos? Quem ainda não teve a oportunidade de ir a Brasília, não vá! É aflitivo. Repulsivo. Nojento! Estranho. Tive a sorte de conhecer pessoas que nasceram ali, mas graças a Deus tiveram a humilde criação de outros estados. Outros estados, chegamos no ponto certo, Brasília é uma cidade sem cultura, sem tendências, sem objetivos ou sei perspectiva total de vida. Literalmente sustentada do dinheiro dos outros. Tudo bem, não estamos falando de pontos turísticos, mas a população que ali vive deveria ser mais reconhecida, até porque além deles o restante da população brasileira é que paga toda a mordomia que, como eu posso dizer, alias me falta palavras para falar de pessoas tão repulsivas, enfim, ali deveria ser uma lugar bem mais cuidado! Hoje e depois que estive lá, entendi o por que de certas letras da Legião Urbana. Capital Inicial diz: “contra todos ou contra ninguém” é assim que vivemos nessa sociedade semi-hipócrita e estranha! Sociedade na qual é homofônica, sendo grosseiramente ridícula com homossexuais, mas deixando que os engravatados roubem seus dinheiros. Vai entender!

Evoé!

Isso é Brasil !

Minhas Mulheres!

Falar de mulheres sempre foi uma coisa fácil pra mim, até porque fui muito rodeado e ainda sou por elas. Bonitas. Atraentes. Perfumadas. Descabeladas. Arrumadas. Sinceras. Perfeitas. Complicadinhas, todas são! Femininas. Masculinas. Educadas. Arrogantes. Apaixonadas e digo, essas são as piores! Lindas. Feias. Estudiosas. Ansiosas. Medrosas. Engraçadas. Apressadas ou lerdas. Chatas. Bobas. Teimosas. Bondosas. Malvadas. Cuidadosas. Carinhosas. Mulheres! Ao longo da minha vida todas essas passaram pela minha vida. Umas de forma repentinas e que fizeram a diferença. Outras ainda fazem. Flores! É como ter um jardim de flores, quando lembro que tive a dádiva de ter tantas mulheres na minha vida. Houve algumas que foram amigas e amantes. Houve casos das que precisavam mais de mim como amigo ouvinte do que o conselheiro. Tem as que cresceram comigo. Outras que curtiam sertanejos ou pagode. As que bebiam e pediam um abraço. As que arriscavam um beijo e depois diziam que era só amizade. Outras que na amizade diziam que queriam um beijo. As que se declararam. Outras que me declarei. Outras que só me viram chorar. Outras que choraram comigo.  As que andavam de carro ou as que saiam pra balada. As que ensinavam, mas ou mesmo tempo aprendiam.  As que deitaram na minha cama e ficavam olhando pra cima e vendo o quanto era simples e bonito aquele momento. Houve as que trabalharam comigo. As que mudaram de casa e me fizeram chorar. As que chegaram e me fizeram sorrir. As que só falam besteira e sempre consegue me tirar um sorriso. As safadas! Que me deram um abraço forte. As que me deram um beijo no rosto. Outras na boca. As dos corpos bonitos. As altas. As baixas e essas digo, sempre mexem comigo. As mais velhas. As novinhas. Mulheres! Dedico esse texto a todas as mulheres que sempre foram fundamentais na minha seja elas que apareceram agora ou á muito tempo, de qualquer forma o carinho que eu tenho por vocês fez com que eu escrevesse esse texto! Tawana, Tatiane, Fabiola, Thaisinha, Elisangela, Bianca, Karol, Jéssica, Michele, Priscila, Tatiane, Beatriz, Emily, Neiva, Prika, Eliete, Marisa, Soeli, Maria, Carla, Mari, Mariana, Manuela, Dayane, Priscila, Jaque, Lais, Giu, Giovanna, Jéssika, Eliana, Lica, Renata, Meire, Jacy, Glaucia, Claudinha, Fabiola, Tânia e Gil. Muitas outras passaram. E muitas outras passarão, o que vale é o que elas plantam e me fazem aprender!

Evoé!

Começamos o ano!