sexta-feira, 23 de março de 2012

Doce Inspiração

Boa noite! Andei bem inspirado nos ultimos dias, resolvi postar aqui...!



"Se você sumir, eu entendo. Entendo porque não te conheço. Entendo porque o que sinto por você é paixão e não amor. Entendo porque era pra ser. Entendo porque você teve a sua escolha, eu continuo aqui, não esperando por você, mas seguindo em frente. Ás vezes a gente para pra descansar e não pra desistir. Eu queria você, mas acho que você não me quis. Tudo que move é sagrado, que remove as montanhas com todo o cuidado."




‎''Independente do que aconteça, quero ter muita história pra contar.''
“Eu só escrevo sobre amores. Não os vivo!”



‎''Eu estou apaixonado. Não sei o que virá em um futuro próximo, mas de uma coisa eu tenho certeza, não quero sofrer. Passei um bom tempo procurando alguém que me entenda, achei alguém que é espelho, é complicado, mas tá gostoso, bom e interessante.''



‎''Os atos da vida são como tiros no escuro.''



"Eu resolvi que eu não quero tentar, não porque eu seja covarde ou porque eu tenha medo, mas porque não te amo. o carinho que tenho por você não é o suficiente pra ser amor. Aprendi que o amor está acima de qualquer coisa."




‎''Que vontade que eu tenho de sentir o seu cheiro, tocar o seu corpo e beijar os seus lábios. Que vontade é essa de querer estar com você, sem saber quem é você? Que vontade de te abraçar! Que vontade de deixar que os nossos desejos respondam por nós.''



"No começo foi mais complicado. Existia uma vontade de você avassaladora e fora de si, de controle. Aos poucos o que era vago, passou a ser ocupado, o tempo e todo aquele momento oscioso virou algo trabalhado e você dividiu o pensamento com coisas do dia, mas no fundo eu sei que noventa por cento de você estava dentro de mim, por todo corpo ou simplesmente amontoado no meu coração."



“Teatro não é libertação sexual."

Todos assinados por mim, Caio Insabrald.

quinta-feira, 15 de março de 2012

A PAIXÃO COMO ATO COMPLEXO DE SOBREVIVÊNCIA

“Aquilo que provamos quando estamos apaixonados talvez seja o nosso estado normal. O amor mostra ao homem como é que ele deveria ser sempre.” Anton Tchekhov
Hoje eu acordei meio assim, mais pra lá do que pra cá. Pensei, pensei, olhei, rezei, comi e acho que amei. Ou não, nada a ver tudo isso. A vida é confusa não? Ou ela nos deixa confusa. O fato é que, eu aprendi que sofrer em um caminho perdido e escuro, pode não ter uma solução, até pensei que não teria uma solução imediata, mas pensando melhor, não haverá solução. Amores passados ficam de onde eles sempre foram ou se tornaram, passado. O novo assusta, ainda mais quando o novo supera todas as suas expectativas em pouco tempo. Uma amiga disse ninguém é igual a ninguém. O medo talvez seja de mais uma ilusão, desilusão e claro, o sofrimento. Mesmo que sofrer faça parte de todo o processo de comunhão e paixão, não quero sofrer. Sabe quando existem borboletas na barriga? Sabe então quando o estado de felicidade plena não se resume em um momento e sim em um nome? É estranho. Nem te conheço e tenho certeza que você irá fazer parte da minha vida por um bom tempo. Não sei quanto tempo, sei que será um tempo. Longo ou curto, você de alguma forma conseguiu ascender algo que já estava meio apagado dentro de mim. Amor? Paixão? Amor e paixão. Que caminho estranho toma o nosso corpo quando afinidades se encontram em mero ao acaso. Que caminho louco toma o nosso corpo, as nossas reações, quando os olhos se cruzam. Que reação estranha toma o nosso coração quando em um curto tempo de espaço ele é preenchido. Que loucura. Louco é aquele que tenta ser normal. Louco é aquele que não sabe o que é sentir um frio na barriga quando o telefone toca ou quando mais uma mensagem chega e quando essa mensagem chega em uma hora que você não espera, um suspiro cresce dentro do corpo como se um enorme balão estivesse sendo preenchido de todo o ar existente. É pensar loucamente em um futuro incerto, mas que pelo desejo já está mais que escrito. Desejo carnal, passional. Desejo de estar junto, perto, com carinho, cafuné e lábios. Nunca desejei tanto beijar alguém, como eu te desejo. Nunca sonhei tanto com um abraço forte, como eu sonho. É como se o meu estado de carência fosse permanente pra ter certeza que você nunca irá me soltar e que esse abraço será a única coisa que irá suprir e confortar toda a minha carência. É ser poético, sem saber escrever. É ser cego e poder ver além do horizonte. É ser feliz, estando triste. É depender dessa paixão, como fonte de energia da vida. Esperei tanto sentir tudo isso novamente, porque então querer que acabe logo? Mesmo que tudo isso me deixo eufórico, confuso, perdido, ansioso e acelerado. Basta viver e ser feliz, mesmo que essa vivência não dure eternamente, o que dura? Nada dura. Paixão.
 Evoé.
Namaste.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A Professorinha da Zona Leste


                Ela era baixa. Pernas grossas. Cabelos enrolados. Branquinha de pele, castanhos de cabelo. Uma simpatia de pessoa. Assim era como todos os viam. Jurema, assim chamada não tinha mais que trinta anos e menos que vinte e cinco. Sempre morou sozinha na zona leste de São Paulo. Corintiana roxa, sempre fez questão de ver os jogos do seu time do coração nos estádios. Formou-se em pedagogia quando ainda tinha dezenove anos e ao decorrer do tempo foi se especializando em matemática, depois português e hoje é professora de biologia. Gosta do que faz! Sempre gostou. Sempre gostou de ter alunos e alunas. Aí chegamos ao ponto forte de nossa história, os alunos. Jurema tem um sério problema com relacionamento, além de tudo tem medo de ficar velha. Vive com cremes, pastas, dicas, receitas que possam deixar a sua pele mais nova, porém isso nunca houve necessidade. Sua pele sempre foi linda, estonteante, lisa! Ela não aceita. Não aceita ficar ou estar com caras com mais de vinte e cinco anos, chegamos novamente ao ponto forte de nossa história, os alunos.  Dona de uma atenção fora do comum, Jurema adora meninos ou moços ou qualquer referência masculina que sejam mais novos que ela. Isso não é normal ou de ponto relativo é. Todo ano letivo que se inicia, novos alunos aparecem. Mais um ano começou. Sala de terceiro ano de ensino médio. Os alunos de saco cheio, ultimo ano. Jurema entrou para dar a sua primeira aula. No salto. Alto. Linda, perfumada, na classe. Todos aqueles que ainda não tinha tido aula com ela, pararam e babaram. As meninas, bom essas ficaram extremamente “emputecidas” com a situação, não havia chapinha que fizesse todos aqueles cuecas tirarem os olhos da nova professora de biologia. Mas alguém em especial chamou atenção de Jurema, Marcos ao fundo da sala. Menino alto, loiro dos olhos verdes, lutador faixa preta de judô, o legítimo corpo bonito e mente fazia, é desses que ela gosta. Não se apegam não se apaixonam e fazem dela a mulher mais juvenil do mundo. Nunca vi Jurema daquele jeito, centrada em um ponto fixo só, até por que pela ética, ela teria que dar atenção para todos e não em um foco só, porém não foi isso que aconteceu. Por ser primeira aula, o assunto foi totalmente perdido, sem matéria propriamente dita, até porque o calor que deixou as suas bochechas rosadas, não deixou com que ela falasse ou fizesse alguma coisa. Mas não haveria anatomia que pudesse descrever ou acalmar aquele momento. Marcos, como disse acima é o legítimo corpo bonito de mente fazia, porém quando notou realmente a professora que estava na sala de aula, ficou paralisado, em choque, bom e com tesão! Não quero entrar em conotações sexuais, mais houve uma química pedófila tamanha naquela situação. Jurema tem vinte e nove, e Marcos prestes a completar dezoito. Um bebê. Ela gosta! E como gosta. O sinal tocou. Hora de Jurema trocar de sala. Quem sabe na semana que vem, não é? Não! Marcos era burro para estudo, mas quando o assunto era mulher, ele era o professor dos nerds e oprimidos de sua sala. Ainda mais sendo judoca, tinha a mulher que quisesse aos seus pés, até a professora. O fato que para o primeiro dia de aula existe alguma dúvida? Claro que não! Porém Marcos antecipou as suas e a matéria. Nunca vi esse menino tirando qualquer dúvida com professor, a não ser o pedido de ir ao banheiro, oi? Mas ele se interessou pela biologia. A biologia humana é uma coisa fora do comum, o estudo dos hormônios, das partes do corpo e tudo que o corpo é capaz de fazer. Isso ele sabe bem! Jurema não entendeu a procura dele, por ela no intervalo e bom, foi até o laboratório para sanar a tal dúvida. E qual era? Ninguém sabe. O fato é que a professorinha da zona leste soube mostrar que o estudo e a matéria biologia deveria ter mais ênfase do que matemática e português, poxa é o estudo do corpo humano! O importante não é a teoria e sim a prática!


Evoé!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

COM VOCÊ não foi PAIXÃO, COM VOCÊ foi AMOR !

Eu não sabia o quer era amar, até o dia em que te conheci. Foi algo meio, amor à primeira vista. Eu ali te esperando e sem te conhecer e você chegando, já me conhecendo. Eu tinha vinte. Você dezessete. Eu não tinha experiência e tinha medo. Você tinha a experiência e não tinha medo. Idade não significa maturidade. Naquele primeiro instante nossos lábios ficaram longe, tínhamos medo de seguir em frente, o que todo mundo poderia pensar? Dane-se o mundo! Houve o primeiro beijo, foi em uma brincadeira de beijo e abraço e aperto de mão. Foi assim que tinha certeza que aquela paixão se transformou em amor. Começamos a namorar. Você e eu. Eu e você. Nós dois. Os dois sempre muito intensos. Existia um medo de um perder o outro constante, por isso a primeira briga. Em vez de ficarmos presos no presente, vivíamos pelo passado. O meu. O seu. O nosso. Você me instigava a ter ciúmes. Eu te causava ciúmes. Éramos lindos. Parecíamos duas crianças. Brincávamos. Sujávamos-nos. Éramos felizes. Veio a primeira separação. Eu passando por um momento de transição e aceitação de um sentimento que crescia toda vez que te via. Qualquer momento nunca era suficiente ao seu lado. Por isso eu tentei rever o meu erro e te pedi perdão. Você me aceitou de volta. Era chuva, era sol e lá estávamos nós, juntos. Abraçados. Nos beijando. Nossos corpos se uniam em uma perfeita sintonia que ninguém entenderia, mas nós, nós nos entendíamos. Eu te amei. Você me amou. Nos amávamos. Você me deixou. Minha cabeça naquele momento tinha que falar com a razão, problemas em casa, na família, me impossibilitava te procurar, te buscar e te questionar. Porém quando tudo ficou resolvido veio a dor, uma dor insuportável, dor que nunca havia sentido, acho que nem o corte e sangrou tanto doeu tanto quanto a sua ida. Nada do que eu fazia poderia tirar você da minha cabeça. Nada tirou. Não era amor, era algo que nunca soube explicar pra ninguém. Evitei por muito tempo falar o seu nome, tentar lembrar o seu cheiro ou de como você se deitava no meu colo, mas havia detalhes que pareciam tatuagens em meu corpo. Todos os lábios que eu beijei, todas as pessoas com quem estive nuca foram o suficiente para ser semelhante a você. Acho que nunca vou achar qualquer detalhe semelhante a ti. Nem que eu mude de cidade, de país eu irei te esquecer, com você não foi paixão, com você foi amor 

Evoé !

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CRÔNICA: Toda Cinderela que se prese chega antes da meia noite...

Quando te conheci, você não era ninguém. Ou até era, mas não pra mim. Você me olhou, me analisou e pediu para ver os meus óculos. Eu, no auge de uma ressaca e dor de cabeça não fui nenhum pouco simpático. Não sei ser simpático. Quando eu saí de perto de você, pensei até “vale a pena”. Meu foco era outro. Aliás, meu foco nunca é o que eu imagino que possa ser. Confuso. Passado algumas horas uma mensagem. A mensagem. Até aí quem era você no meio de uma multidão, simplesmente mais um. Mais um mesmo! Sabe aquele “um” que faz a diferença na contagem de uma pontuação para ganhar um prêmio? Sim exatamente esse. No dia seguinte eu já te conhecia, ou foi o que parecia. Como se anos tivessem nos unido, depois nos separados e fosse um reencontro de almas. Não sei se alma gêmea, mas pode ser. Qualquer opção sempre é válida. Muito! Te olhei, você me olhou. Mas foi a mensagem do celular que deu a palavra final, que na verdade foi um ato e não uma palavra, o beijo. Assim nossos lábios se encontraram de uma forma incondicionalmente incompreensível aos olhos dos leigos, aqueles que não entendem o que é paixão. E ali foi, paixão ao primeiro beijo. Suspiro. Fiquei tremulo. Você também e eu percebi muito isso. Aos meus ouvidos eram como se cordas de um violão tocassem fazendo a trilha daquele momento.  Assim a noite se estendeu. Carinhos, afagos e cafunés. Toda Cinderela que se prese precisa voltar pra casa antes da meia noite. Acabou! Quem disse que eu dormi, foi impossível. Veio um sonho, que foi algo que ficou na minha cabeça com um pedido de “quero mais”! No dia seguinte os planos eram outros, mas todo plano pode ter um “plano B” e foi assim que novamente nossos lábios se encontraram. De uma forma mais agressiva talvez. Intensa. Aí já havia sentimento. Por isso até certa delicadeza e fala mansa tomou conta do ambiente. Já deixou de ser ‘simplesmente um’ e virou uma paixão comunal, sem freios ou barreiras.  Era tarde demais. Alguma semente já havia sido plantada e crescia de forma descontrolada sem ao menos ser adubada ou regada. Nem tudo podemos prever. Houve planos! Sim, aí é sempre a pior parte. Ou não. Na verdade não existe pior, ou melhor, e sim momento. Presente. Toda Cinderela que se prese precisa estar em casa antes da meia noite. Acabou. Em corpo. Mensagens de celular nunca param, manda-se e recebem-se vinte e quatro horas. No dia seguinte não houve bis. Houve certa calma, com apreensão, ansiedade talvez. Um desejo incontrolável. Ligeiro esse desejo. Quero mais... Quero mais... Era quinta. O desejo de uma quarta passiva havia se acumulado e fato que o desejo da quinta havia sido aumentando, por isso até o encontro foi feito mais cedo. Pra superar.  Foi uma tarde quase que perfeita. Poderia ter sido melhor se o sentimento tivesse sido contido e não exposto. Susto! Medo! Desafios! Novo! De maneira nada simplória acabou. Na esquina do posto e com chuva alguém desce do carro. Alguém diz: estraguei tudo? O outro responde: Não, só não foi como o previsto. Existe previsão no amor? Se até a previsão do tempo erra, porque do amor não erraria? Passado um ano de tudo isso, ambos, os dois, jamais se viram. Mas o amor existe em pelo menos um deles. Se a história um dia vai terminar, cabe a Deus dizer ou definir esse desfecho. O sentimento existe, acho que nunca deixou de existir. Mas até aí vai vivendo sem que ele atrapalhe o caminho.
"O chocolate do napolitano, do que ele sozinho."
"Sim, o RoqueClub é de Detonautas."
"Temos algo em comum, amamos demais."
"Os legumes estão queimando. Não tem problema, prefiro o seu beijo."
"Eu sempre choro nesse trecho do filme, ele significa muito pra mim."
"Atrás do filho vem o pai, o avô..."

Evoé !

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pequenos fragmentos...

"Quando o amor é verdadeiro, pode passar várias pessoas, várias paixões, situações, músicas e anos, mas ele sempre vai existir lá, guardado que seja."

"Queria ouvir a sua voz.
Queria sentir seu cheiro.
Deitar no seu colo e só te olhar. Brincar e ser feliz. Cuidar de vc. Te abraçar. Beijar."


"Saudade de você. Saudade de mim. Saudade da gente. Da praça. Do escuro. Do claro. Das brigas. Das alegrias. Dos bons momentos e até dos ruíns, eles nos fizeram melhores. Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos."

Autoria: CAIO INSABRALD

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil ! Eu tô fora dos dois !

Brasília está longe de ser uma cidade de divertimento e lazer, até mesmo pelo enorme descaso do governo com a população em relação ao transporte público, porém a população não deixa que isso tire a educação e o ato de acolher que eles têm. Nunca havia pisado em solo do Centro-oeste, até mesmo por achar que não se tem muita coisa pra visitar por esses lados, mas o Brasil é grande e qualquer forma de exploração e conhecimento sempre é bem-vinda. Estive em Brasília a para uma humilde e talvez loucura de virada de ano. Quem sai de São Paulo tendo a possibilidade de ir pra Salvador ou Rio de Janeiro e embarca para a cede do governo federal em são consciência? Eu! Gosto e sempre gostei desse tipo de desafio, o que vale é o aprendizado que vou tirar disso tudo. Digo que a minha repulsa sobre política só aumentou, “Que País É Esse?’ já dizia Renato Russo.  O que essa cidade planejada? Um lixo? Pode ser. Como disse, o que salva a cidade são as pessoas, mas o ar é carregado por uma energia estranha que chegou a causa um crise asmática em mim. Um espaço reto, sem planaltos e sem oscilações. O me deixou meio confuso, foi ver, digo ver pois estive em carne e osso lá, por isso que vos falo, como uma cidade com cinquenta e três anos está tão mal desenvolvida! Prova disso é o metrô não funcionar em alguns dias ou demorar certa de meia hora pra passar, não só isso mas o transporte escasso e caro, falta de opção e ruas imundas. Oi? Brasília. Governo! Deputados! Presidência. Onde estamos? Quem ainda não teve a oportunidade de ir a Brasília, não vá! É aflitivo. Repulsivo. Nojento! Estranho. Tive a sorte de conhecer pessoas que nasceram ali, mas graças a Deus tiveram a humilde criação de outros estados. Outros estados, chegamos no ponto certo, Brasília é uma cidade sem cultura, sem tendências, sem objetivos ou sei perspectiva total de vida. Literalmente sustentada do dinheiro dos outros. Tudo bem, não estamos falando de pontos turísticos, mas a população que ali vive deveria ser mais reconhecida, até porque além deles o restante da população brasileira é que paga toda a mordomia que, como eu posso dizer, alias me falta palavras para falar de pessoas tão repulsivas, enfim, ali deveria ser uma lugar bem mais cuidado! Hoje e depois que estive lá, entendi o por que de certas letras da Legião Urbana. Capital Inicial diz: “contra todos ou contra ninguém” é assim que vivemos nessa sociedade semi-hipócrita e estranha! Sociedade na qual é homofônica, sendo grosseiramente ridícula com homossexuais, mas deixando que os engravatados roubem seus dinheiros. Vai entender!

Evoé!

Isso é Brasil !

Minhas Mulheres!

Falar de mulheres sempre foi uma coisa fácil pra mim, até porque fui muito rodeado e ainda sou por elas. Bonitas. Atraentes. Perfumadas. Descabeladas. Arrumadas. Sinceras. Perfeitas. Complicadinhas, todas são! Femininas. Masculinas. Educadas. Arrogantes. Apaixonadas e digo, essas são as piores! Lindas. Feias. Estudiosas. Ansiosas. Medrosas. Engraçadas. Apressadas ou lerdas. Chatas. Bobas. Teimosas. Bondosas. Malvadas. Cuidadosas. Carinhosas. Mulheres! Ao longo da minha vida todas essas passaram pela minha vida. Umas de forma repentinas e que fizeram a diferença. Outras ainda fazem. Flores! É como ter um jardim de flores, quando lembro que tive a dádiva de ter tantas mulheres na minha vida. Houve algumas que foram amigas e amantes. Houve casos das que precisavam mais de mim como amigo ouvinte do que o conselheiro. Tem as que cresceram comigo. Outras que curtiam sertanejos ou pagode. As que bebiam e pediam um abraço. As que arriscavam um beijo e depois diziam que era só amizade. Outras que na amizade diziam que queriam um beijo. As que se declararam. Outras que me declarei. Outras que só me viram chorar. Outras que choraram comigo.  As que andavam de carro ou as que saiam pra balada. As que ensinavam, mas ou mesmo tempo aprendiam.  As que deitaram na minha cama e ficavam olhando pra cima e vendo o quanto era simples e bonito aquele momento. Houve as que trabalharam comigo. As que mudaram de casa e me fizeram chorar. As que chegaram e me fizeram sorrir. As que só falam besteira e sempre consegue me tirar um sorriso. As safadas! Que me deram um abraço forte. As que me deram um beijo no rosto. Outras na boca. As dos corpos bonitos. As altas. As baixas e essas digo, sempre mexem comigo. As mais velhas. As novinhas. Mulheres! Dedico esse texto a todas as mulheres que sempre foram fundamentais na minha seja elas que apareceram agora ou á muito tempo, de qualquer forma o carinho que eu tenho por vocês fez com que eu escrevesse esse texto! Tawana, Tatiane, Fabiola, Thaisinha, Elisangela, Bianca, Karol, Jéssica, Michele, Priscila, Tatiane, Beatriz, Emily, Neiva, Prika, Eliete, Marisa, Soeli, Maria, Carla, Mari, Mariana, Manuela, Dayane, Priscila, Jaque, Lais, Giu, Giovanna, Jéssika, Eliana, Lica, Renata, Meire, Jacy, Glaucia, Claudinha, Fabiola, Tânia e Gil. Muitas outras passaram. E muitas outras passarão, o que vale é o que elas plantam e me fazem aprender!

Evoé!

Começamos o ano!